9 de setembro de 2019

INTELIGENCIA ARTIFICIAL – A COMPUTAÇÃO COGNITIVA NO ÂMBITO JURÍDICO

Hoje vamos falar da computação cognitiva, que é a tecnologia criada para computadores e equipamentos coadjuvantes proporcionando a capacidade de registrar informações, analisá-las e agir a partir delas sem a necessidade de serem programadas para isso. A velocidade e amplitude que caracterizam as inovações fazem com que o Direito também tenha que acompanhar essa evolução e estudar as novas tecnologias para, com a devida cautela, promover a aplicação de Inteligências Artificias nos mais diversos campos da atividade jurídica, a fim de proporcionar uma prestação jurisdicional mais eficiente.

 

A computação cognitiva, ao mesmo tempo que traz facilidades às atividades cotidianas, também tem gerado grande preocupação no que toca à possibilidade de substituição de algumas atividades do trabalho humano por dispositivos informáticos. A evolução tecnológica vem acontecendo em um ritmo de disseminação exponencial, porém o trabalho do operador do Direito – que é essencialmente intelectual, não deverá ser substituído pela computação cognitiva.

 

Diante dos dados obtidos através da geração maciça de informações e documentos digitais que compõem o ‘Big Data Jurídico’ e das previsões extravagantes para o aumento da produção de dados, torna-se evidente a impossibilidade da análise eficiente destas informações por parte do profissional. Em virtude do fluxo de dados ser ‘big’ e recorrente, o ideal é investir em ferramentas de B.I (Business Intelligence), software jurídico, que poderá elaborar documentos de caráter jurídico, como por exemplo, procurações contratos, relatórios, enfim, documentos em geral.

 

Dessa forma, a tecnologia caminha como um aliado ao profissional do direito, possibilitando que o registro e armazenamento de dados resulte em ganho de tempo e objetividade na resposta. Nesse sentido, a computação cognitiva pode auxiliar os profissionais no processo de captação de dados e análise de documentos. Isto faz como que o advogado tenha mais tempo para centralizar suas atenções no conhecimento jurídico efetivo.

 

https://blog.certisign.com.br/a-computacao-cognitiva-no-direito-nacional/

 

Artigo por Dra. Jorzeny Dilay OAB/PR 76.712.

 

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